PERFIL DE MÃES E CRIANÇAS COM ATRESIA ESOFÁGICA, COM OU SEM CORREÇÃO CIRÚRGICA E POSSÍVEIS EFEITOS DA FISIOTERAPIA

  • Helyda Chesani Centro Universitário da Serra Gaúcha
  • Marcela Dalla Porta
  • Alexandra Renosto
  • Henedina Antunes
  • Jéssyca Forsthofe

Resumo

A Atresia do esôfago (AE) é definida com um defeito congênito do esôfago, onde há um estreitamento ou completa obstrução do lúmen esofágico. O presente estudo tem como objetivo ampliar o conhecimento a respeito da AE, as variáveis relacionadas, contribuição da fisioterapia, buscando ampliar a atuação do profissional e oportunizar melhor prognóstico e qualidade de vida para estes pacientes. Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo observacional transversal, de acordo com as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos e aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Centro Universitário sob parecer de nº 2.880.115 em de 2018. A amostra foi feita por 144 mães que fazem parte de um Grupo de rede social contatadas online, verificou-se que as crianças com diagnóstico de AE que realizaram tratamento fisioterapêutico apresentaram um melhor prognóstico comparado aos que não realizaram. Onde os fisioterapêutas foram inseridos na equipe multidisciplinar contribui significativamente para o melhor prognóstico destes pacientes, atuando por meio de técnicas específicas, evitando maiores complicações e trazendo maior qualidade de vida e conforto para esses pacientes, principalmente nas crianças que obtiveram o tratamento no pós-operatório de correção.

Publicado
2022-07-11
Seção
Saúde e Ciências Agroveterinárias - Artigo Completo